madeira

A ideia deste trabalho é o aproveitamento e peças de madeiras de reciclagem, aliados à serragem e materiais que a natureza nos oferece com tanta generosidade !!!!

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segunda-feira, 21 de agosto de 2017

Bonequinhas como um pão de queijo no Opa's Haus


Estava eu fazendo minhas pequenas bonequinhas e achei que ficaram tão fofinhas com esta cor , então pensei:
estão fofinhas como um pãozinho de queijo !
Um pão de queijo das Minas Gerais !!

Oh Minas Gerais !!!
Hoje quero  te homenagear!

MINAS GERAIS , um estado maravilhoso do BRASIL,  rico em cultura, história e uma culinária toda especial.
Estado de montanhas e muito queijo, fubá, riquíssima em minérios e gente muito acolhedora.






























De MINAS GERAIS veio esta iguaria,O PÃO DE QUEIJO, que conquistou o Brasil  inteiro e hoje conquista o mundo, pois tem sido exportado para a América do Norte, Europa e Ásia.




 pão de queijo nasceu nas cozinhas de fazendas mineiras do século XVIII. Como o Brasil ainda não possuía um sistema de logística, a farinha branca demorava a chegar às fazendas e, quando finalmente chegava, estava com a qualidade comprometida. Assim, em substituição à farinha do também delicioso pão com queijo, foi incorporado o polvilho ( farinha fina da mandioca) à receita, fato que culminou no pão de queijo que conhecemos hoje.   


A mandioca (matéria prima do polvilho), tesouro da culinária brasileira que, na época , podia ser encontrada em qualquer rincão.
Por conter sais minerais, água, carboidrato, proteína, lipídios e vitaminas, o pão de queijo é um alimento equilibrado nutricionalmente.

Neste vídeo , a Romilda , que mora num lugar maravilhoso de MINAS GERAIS, chamado Serra da Canastra, ensina direitinho:
ingredientes:
2 kg de polvilho azedo
2 copos de leite
2 copos de óleo (não muito cheio)
2 copos de água
2 colheres (sopa) de sal
400 g de queijo Minas curado
16 ovos
um pouco de água para umedecer o polvilho

o modo de fazer pode ser seguido pelo vídeo, pois a Romilda ensina muito bem!

não esquecer de ferver o óleo, a água e o leite para escaldar o polvilho.
O macete é ponto da massa , que tem que estar cremosa  , um pouco mole , para que o pãozinho cresça e fique macio.

                  -Serra da Canastra - 
              um pouco de Minas Gerais











terça-feira, 15 de agosto de 2017

Pixinguinha Carinhoso marcador de páginas no Opa's Haus


Marcadores de páginas Pixinguinha !!!


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Alfredo da Rocha Vianna Jr. ( 1897-1973) Rio de Janeiro-
                    O  PIXINGUINHA




Se você tem 15 volumes para falar de toda a música popular brasileira, fique certo de que é pouco. Mas , se dispõe apenas do espaço de uma palavra, nem tudo está perdido; escreva depressa:
                 PIXINGUINHA !  




O apelido Pixinguinha é uma derivação da palavra pizindim, originário da língua de sua vó africana .  O significado  de pizindim é Menino Bom.



PIXINGUINHA foi o primeiro maestro-arranjador contratado por uma gravadora no Brasil. Ele criou o que hoje são as bases da música brasileira. Por ser um excepcional arranjador, compositor e instrumentista, dominava com rara sensibilidade a música dos primeiros chorões com ritmos africanos, estilos europeus e música negra americas. 


Conta-se que a bondade e a ternura de Pixinguinha eram imensas. Foi assim que um dia, que assaltado nas ruas do Rio do Janeiro,  ele perguntou aos ladrões se eles estavam com fome. Então ele os levou para casa, pediu para à esposa que fizesse um jantar, e todos comeram . Então os ladrões devolveram os seus pertences e tudo acabou bem!





Pixinguinha arranjou os principais sucessos da chamada época de ouro da MPB, orquestrando de marchas de carnaval a choros. Escreveu cerca de duas mil músicas, consagrando-se como um dos compositores mais férteis da nossa cultura.
Sua canção Carinhoso é a mais conhecida.


Carinhoso

Meu coração, não sei por que
Bate feliz quando te vê
E os meus olhos ficam sorrindo
E pelas ruas vão te seguindo
Mas mesmo assim
Foges de mim

Ah se tu soubesses como sou tão carinhoso
E o muito, muito que te quero
E como é sincero o meu amor
Eu sei que tu não fugirias mais de mim

Vem, vem, vem, vem
Vem sentir o calor dos lábios meus a procura dos teus
Vem matar essa paixão que me devora o coração
E só assim então serei feliz
Bem feliz



quinta-feira, 10 de agosto de 2017

Pequenos duendes de música e magia no Opa's Haus


Hoje eu lhes apresento os pequenos duendes que gostam de magia e música.
Quando eu estou confeccionando meus bonecos , eles criam vida e começam a falar comigo.
Estes em especial gostam de música, e me pediram para ouvir uma boa música como a maravilhosa música de HEITOR VILLA LOBOS.
Então eles ganharam varinhas mágicas que orquestram as músicas que acalmam e tocam o coração.
eles me disseram:
que devemos escolher bem nossas músicas, como escolhemos nossos alimentos.
Elas são alimentos da alma, nos trazem paz, esperança e levam nossos corações a estarem sempre perto de DEUS, Nosso bondoso PAI e Criador.



​contato -   elianeapkroker@gmail.com​




















HEITOR VILLA LOBOS


s (Rio de Janeiro, 5 de março de 1887 
— Rio de Janeiro, 17 de novembro de 1959) foi um compositor brasileiro.












Destaca-se por ter sido o principal responsável pela descoberta de uma linguagem peculiarmente brasileira em música, sendo considerado o maior expoente da música do modernismo no Brasil , compondo obras que contém nuances das culturas regionais brasileiras, com os elementos das canções populares e indígenas.


As primeiras composições de Villa-Lobos trazem a marca dos estilos europeus da virada do século XIX para o século XX, sendo influenciado principalmente por Wagner Puccini.

Nas Danças características africanas (1914), entretanto, começou a repudiar os moldes europeus e a descobrir uma linguagem própria, que viria a se firmar nos bailados Amazonas e Uirapuru (1917). O compositor chega à década de 1920 perfeitamente senhor de seus recursos artísticos, revelados em obras como a Prole do Bebê para piano, ou o Noneto (1923). Violentamente atacado pela crítica especializada da época, viajou para a Europa em 1923 com o apoio do mecenas Carlos Guinle e, em Paris, tomou contato com toda a vanguarda musical da época. Depois de uma segunda permanência na capital francesa (1927-1930), voltou ao Brasil a tempo de engajar-se nas novas realidades produzidas pela Revolução de 1930.





Apoiado pelo Estado Novo, Villa-Lobos desenvolveu amplo projeto educacional, em que teve papel de destaque o Canto Orfeônico, e que resultou na compilação do Guia prático (temas populares harmonizados). O compositor preocupava-se muito com os rumos da educação musical nas escolas brasileiras e quando foi aprovado seu projeto de educação na área, voltou a morar definitivamente no Brasil.      







À audácia criativa dos anos 1920 (que produziram as Serestas, os Choros, os Estudos para violão e as Cirandas para piano) seguiu-se um período "neobarroco", cujo carro-chefe foi a série de nove Bachianas Brasileiras (1930-1945), para diversas formações instrumentais. Em sua obra prolífera, o maestro combinou indiferentemente todos os estilos e todos os gêneros, introduzindo sem hesitação materiais musicais tipicamente brasileiros em formas tomadas de empréstimo à música erudita ocidental. 



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